sábado, 12 de novembro de 2016

Child of Light [WiiU] [USA] [ACLE] [Loadiine Ready] [FIX]


A sucessão muito próxima de um novo episódio é vista por muitos como ponto central para o fracasso de uma franquia, na medida em que o curto espaço de tempo pode, e muito, prejudicar a qualidade do produto final.
Child of Light é o novo RPG da Ubisoft, criado com o motor gráfico UbiArt Framework, que possibilita belas paisagens e animações. Originalmente criada para o desenvolvimento de Rayman Origins, aqui, a UbiArt é ainda melhor utilizada, criando um visual pintado à mão que remete a livros infantis de contos de fadas. As animações são fluidas e dão vida aos personagens e às muitas camadas de Lemuria, mundo onde o jogo se passa. 


A história começa quando a pequena princesa Aurora acorda em uma floresta escura sem saber como foi parar lá. Ao prosseguir, Aurora encontra Igniculus, um pequeno vagalume cujo dever é ajudá-la. Aurora também é informada de que a Lua, o Sol e as Estrelas foram roubadas pela Rainha Sombria, e que para poder voltar para seu reino deverá restaurá-los aos seus devidos lugares. De início, Child of Light funciona como um jogo de plataforma de rolagem lateral, mas Aurora logo ganha asas, e com elas, a habilidade de voar, o que dá uma maior liberdade para o jogador explorar o mundo do jogo, que por sinal, é cheio de áreas secretas e itens escondidos. O design das áreas que compõem Lemuria é cuidadosamente trabalhado com a habilidade do voo em mente, tornando a viagem de um ponto a outro extremamente agradável. 

Para as lutas Child of Light se utiliza de um Sistema de Batalha de Tempo Ativo, semelhante ao de Chrono Trigger. As batalhas são representadas através de uma linha do tempo onde se situam os personagens e suas ações, bem como o tempo de espera para que cada ação seja completada. Ao passar da área azul para a área vermelha na linha, um personagem pode escolher a ação a ser tomada quando este chegar ao fim da área vermelha. Um personagem que é atacado quando está na área vermelha é “atrasado”, ou seja, mandado de volta para a área azul da linha do tempo. Como em qualquer RPG, personagens mais rápidos agem primeiro, mas diferentes ações também tem diferentes velocidades para que sejam cumpridas na linha do tempo, e os oponentes podem ser atrasados com a ajuda de Igniculus. 

Tudo isso ajuda a dar um toque estratégico ao jogo, já que nem sempre é vantajoso atacar antes do oponente. Igniculus, por sua vez, é controlado de forma diferente dos outros personagens, e aí o jogo faz bom uso do GamePad. A touchscreen pode ser utilizada para controlar o pequeno vagalume, o que torna fácil e intuitivo usar o personagem em batalhas mais caóticas onde utilizar o analógico para guiá-lo se prova lento e ineficiente. Ele também pode ser controlado por um Wii Remote caso um segundo jogador queira participar. Por mais que a explicação acima faça as batalhas parecerem confusas e complicadas, o sistema, assim como o jogo todo, é simples o suficiente para que pessoas que não estão acostumadas com o gênero ou que não são fãs de RPG possam aproveitá-lo. Outro exemplo dessa simplificação são os Oculi, jóias que servem como equipamento para os personagens, e que também podem ser fundidas para que se obtenha versões melhores das mesmas. 

Eles podem ser equipados em qualquer um dos três slots de equipamento dos personagens ao invés de cada slot requerer uma classe diferente de equipamento. Apesar de tudo isso, o jogo consegue ter complexidade o suficiente para não parecer uma experiência vazia. Os visuais são extremamente bem detalhados e bonitos, as batalhas são tensas, com momentos satisfatórios (e alguns frustrantes), o jogo oferece conteúdo em boa quantidade e tem certo charme graças à pequena princesa que carrega uma espada maior que si mesma, e apesar de tantos acertos, Child of Light comete erros que poucos RPGs se atrevem a cometer hoje em dia. 

A forma de narrativa prejudica o desenvolvimento dos personagens e a história, que apesar de tudo, consegue ter seus pontos interessantes. Durante o jogo, todos os personagens falam em rimas, coisa que, enquanto de início adiciona certo charme e complementa o estilo de livro de contos de fadas de Child of Light, mostra-se apenas um artifício desnecessário com o passar do tempo. Ainda mais quando certas rimas se mostram pobres e forçadas. Além disso, esse não é o único problema trazido pela escolha da narrativa: ela faz com que o jogo precise de 10 frases para dizer algo que poderia ser dito em duas, sendo assim, os personagens falam muito para pouco dizer. 

A trilha sonora do jogo também apresenta uma pequena falha: é bonita e de alta qualidade, porém curta e nem sempre acompanha a sensação que o jogo quer passar, se mantendo quase sempre melancólica e pouco variada, dando uma impressão de que foi uma área do jogo que não recebeu tanto carinho quanto as outras. VEREDITO Deixando de lado uma história que poderia ser melhor desenvolvida e uma trilha sonora deveras curta, Child of Light é um jogo fantástico, que apesar de falhar em alguns aspectos, pode ser aproveitado por todo tipo de jogador sem arrependimentos.

Fonte: Wii Brasil


Trailer:


Informações do Game:
Desenvolvedora: Ubisoft Montreal
Distribuidora: Ubisoft
Gênero: RPG
Lançamento: 30.04.2014
Nota Gamespot: 9,3

Informações do arquivo: 
Idiomas: English
Região: USA

Loadiine Ready: Sim
ID: ACLE
Tamanho: 2.3 GB
Firmware mínima: ??
Funciona via SDcard: Sim
Funciona via USB: Não
MEGA Key 1: !GchwhEhQAhFia94dQcQL9dwNKMJPkZJ2_4AHsjDJvT4
MEGA Key 2: !XCQdDCdS8dWr4N5e6a4ehARtPE8K9BNDEzrcnU1VXHQ
MEGA Key 3: !xYNt69A5lbAaAUZkwZ_KRzIjXxs9vmvvo_-lRfUVMao
MEGA Key 4: !-E3xcoMeAztvN0lFyIUVSK6Tu1mrR5YqyTFYbbdCmIQ
MEGA Key 5: !fli4H7d_t2VQ0Lns__xkhvasHj_wyJWCT121iyPPSSo


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Um comentário :

Tio Lula disse...

Poderiam postar novamente, os links não estão mais disponiveis !

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