quarta-feira, 3 de maio de 2017

Unchained Blades [USA] [CIA] [Region Free]


Dungeon crawlers talvez seja um dos gêneros com mais oferta no mercado, e por isso mesmo as opções são muitas e a concorrência também. Existe uma penca de games bons, alguns razoáveis e outros que não valem nem um níquel. Enquanto Unchained Blades não faz parte do pelotão da frente, ele até tem alguns atrativos para os jogadores certos.

Para quem gostou dos games da série “Shin Megami Tensei”, “Unchained Blades” é uma boa pedida - inclusive por trazer duas características da franquia com demônios: a exploração de labirintos recorrendo à visão em primeira pessoa e a possibilidade de recrutar criaturas para o grupo.


Os monstros aqui não ajudam apenas nas batalhas, mas também nas habilidades que os guerreiros usam nas lutas. Eles ainda participam de confrontos próprios chamados Judgment Battles, em que é preciso pressionar os botões no tempo certo para obter vantagem na disputa contra outros bichos.


“Unchained Blades” conta com liberdade de evolução dos personagens e um calabouço extra para desbravar após o término da aventura principal. Peca apenas na questão de algumas respostas que você deve dar ao interagir com os bichos recrutados e nas falhas no som, mas nada que estrague drasticamente a experiência. 

O game possui uma história bacana, capaz de tirar alguns risos em determinados momentos. Tomo como exemplo o personagem principal, Fang, um dragão extremamente soberbo. Ele, seguido por outros dragões, invadem o templo de deusa realizadora de desejos apenas para saber quem é o ser mais poderoso do mundo. Boladona pela falta de educação da criatura, a deusa o amaldiçoa, transformando-o em um jovem humano – teoricamente sua forma original. Ele então passa a aventura tentando chegar à deusa para que ela o transforme de volta mas isso não reduz em nada seu ego.

Ele é o principal, mas existem outras figuras hilárias, como Hector, o príncipe Golem que, apesar de seu robusto corpo metálico, é um tremendo covarde. Ou Tina, a princesa alada do clã das fênix (ela é humana, apesar disso) que por um lado mostra toda a compostura real na frente do pai, mas por outro está dois para se livrar disso tudo. Em termos de roteiro, o game é bem divertidinho, e boa parte dos diálogos são falados. Alguns dubladores, inclusive, já trabalharam em outros produtos como Persona, Catherine, etc., e como o trabalho deles foi novamente bem feito, temos aqui um ponto a favor de Unchained Blades.

Se por um lado temos dublagens boas – e efeitos sonoros bem decentes – por outro temos um visual com altos e baixos. A parte alta está no design de personagens – cada um ficou a cargo de um desenhista popular no Japão, e as artes foram todas muito bem produzidas. Já a parte técnica é que deixa um pouco desejar. O game não possui um mundo para ser explorado – as viagens são feitas por seleção de área em um mapa genérico, enquanto os locais nas cidades são acessados por um menu. É bem verdade que esse esquema agiliza o processo de ida e vinda, uma benção para os portáteis (o jogo também está no 3DS), mas ficamos com uma sensação de vazio e de um mundo nada persistente.

Unchained Blades preza mesmo pelos seus elementos de gameplay, e alguns deles são até legais. O sistema de recrutamento permite que você  coloque inimigos derrotados em seu grupo. Os personagens jogáveis são os “Masters” (quatro por vez), e cada um tem até cinco seguidores. Eles ajudam seu “Master” nos combates, executando combos e tomando dano em seu lugar. Para isso ocorra, porém, o jogador deve ter elevar o carisma dos personagens, respondendo corretamente aos monstros subordinados quando estes vierem conversar com ele. Há pegadinhas nas perguntas que eles fazem, mas conhecendo o comportamento das criaturas – goblins são quase sempre “trolladores” e gostam de batalhas, por exemplo – então as respostas são até fáceis de descobrir.

Pena que estes mesmos bichos não aprecem também nas batalhas, que também não têm a presença de seus próprios personagens – somente seus avatares na parte da frente. Tudo que vemos são os inimigos e durante nossos ataques, riscos e outros efeitos na frente deles. As magias são até legaizinhas, mas a ausência do seu grupo nas dungeons (que é em primeira pessoa) e nas batalhas só aumenta aquela sensação de vazio. E com as dungeons sendo cópias semi-idênticas entre si – mudando uma textura aqui outra acolá – o nível de repetição anda alto.

Sendo um Dungeon Crawler, o game traz uma penca de tarefas extras para o jogador se distrair como quests, mineração, criação de itens e mais. Mas talvez a dificuldade exagerada do game seja um ponto negativo para os jogadores mais casuais. Isso porque ele é tão à moda antiga que é sempre preciso descansar após duas ou três batalhas – uma ou duas se Fang estiver sozinho. Ou seja: você fica no ponto de descanso que existe nas dungeons, dá alguns passos, luta (e torce para não morrer) e volta correndo. Você vai fazer isso muuuuuuuitas vezes no game.

Mas há recompensas para quem sobreviver ao grinding. Um sistema de habilidades permite que você evolua seus personagens e seguidores. Você ganha dois pontos de habilidade a cada nível e pode usá-los do jeito que quiser em um mapa de habilidade bem similar ao Crystarium de Final Fantasy XIII. Os seguidores também ficam mais úteis no campo de batalha, ajudando mais vezes com ataques, defesas e habilidades especiais com elementos como fogo e terra.
Além do combate tradicional por turno – cada um ataca na sua vez e somente uma vez – o jogo também possui outro tipo de batalha menos tradicional. Funciona por meio de um minigame muito do safado onde você manda uma legião (tipo 30, 40 unidades) enfrentar outra, mas você só vê um sprite representando todo esse exército. Você aperta os botões na hora certa para vencer. Simples assim.


Há um outro fator digno de nota sobre Unchained Blades. É que quase tudo que é apresentado no game pela primeira vez, tudo mesmo, é sucedido por um tutorial. Mesmo que você queira não é possível cortar esses tutoriais e voltar para o jogo. E algumas delas simplesmente não são surpresas, pois já foram vistas e revistas em dezenas de outros games antes disso. É uma pena que eles tenham decidido fazer as coisas desse jeito. 


O sistema de recrutamento também possui um defeito que vale mencionar. Para trazer os inimigos para o seu grupo é preciso esperar que a opção “Unchain” surja no combate (quando a criatura tem 50% ou menos de energia), mas isso pode acontecer enquanto os demais membros de seu grupo ainda estão atacando, arruinando a oportunidade que já é aleatório e meio difícil de aparecer.

Trailer:

Informações do Game:
Desenvolvedora: Omega Force
Distribuidora: Tecmo Koei
Gênero: Hack n' Slash
Lançamento America: 30. 07.2015
Lançamento Japão: 04.12.2014
Nota IGN: ??

Informações da ROM:
Original Release: ??
ID: ??
Idiomas: English
Região: USA
Tamanho: 520 MB
Firmware mínima: ??
Compatível com CFW 4x: Possivelmente não
Compatível com CFW: Sim
Compatível com Gateway: Sim
Compatível com Sky3ds: Sim
Patch Region Free: Sim
Patch Online: Não
Password / Senha:

Download via [MEGA] links maiores que 
1GB, Click na imagem para saber como 
driblar o limite de banda:
http://so.gd/MzJiZT  
Conheçam também a nossa Loja Virtual no Mercado Livre, ela ainda é um pequeno gafanhoto, mas em breve se tornará um louva-deus através do apoio de vocês


!Conheçam também meu antigo blog focado em conteúdo Geek, ele estava parado, e estou voltando a atualizá-lo 
aos poucos também

Adquira uma conta/Combo nos nossos links, é muito barato!  Melhore a velocidade dos seus downloads e consequentemente vai estar contribuindo com o blog.
Contas Premium
Contas Premium
Contas Premium



Download: MEGA / OpenLoad / GoogleDrive / OwnCloud / YandexDisk 
Password / Senha: 3dsounada

Sigam-nos nas redes sociais

Baixou, curtiu, aprendeu, foi legal? Por favor, comente, e compartilhe isto no Facebook, Twitter, etc. É só clicar nos botõezinhos aqui em abaixo, ou nesta barra horizontal permanente, aqui do seu lado direito da página. 
Nos ajude e ajude a compartilhar.
É o mínimo que você pode fazer!

Nenhum comentário :

Comentários Publicados