domingo, 30 de julho de 2017

Call of Duty Black OPS II [WiiU] [EUR] [USB] [WUPINSTALLER]


Todos os anos, é inegável, anúncios de lançamento de novos Fifa Soccer, Pro Evolution Soccer e de todos os games de esportes, já são esperados.  Com jogos de outros gêneros, porém, essa não costuma ser a regra, embora algumas franquias tenham seguido nessa esteira, a exemplo de Assassin’s Creed e do objeto desta análise: Call of Duty.

A sucessão muito próxima de um novo episódio é vista por muitos como ponto central para o fracasso de uma franquia, na medida em que o curto espaço de tempo pode, e muito, prejudicar a qualidade do produto final.


Mas será esse o caso de Call of Duty: Black Ops 2?

É bem provável que os jogadores já tenham notado, mas, de qualquer forma, é importante consignar que a Activision, para evitar esse tipo de problema, conferiu a série para duas empresas distintas: a Infinity Ward e a Treyarch.

Essas produtoras alternam seus lançamentos, de modo que, embora haja um jogo da série CoD todos os anos, não significa que seja um game feito em apenas um ano, de qualquer jeito.

CoD:BO2 foi produzido pela Treyarch, ao passo que seu antecessor (Modern Warfare 3 – embora convertido para Wii pela Treyarch) é obra da Infinity Ward, responsável pelo game que sucederá Black Ops 2 (CoD: Ghosts).

Ok, mas para que tudo isso? Simples: para, desde logo, espancar qualquer discussão a esse respeito e concentrar a análise no fato de o jogo ser bom ou não, não pelo tempo de sua produção, ou por ser mais um Call of Duty, mas por seus próprios méritos, de acordo com o que oferece para o jogador.

Pois bem, de plano, é possível afirmar: Black Ops 2 é um jogo muito bom e merece uma chance do jogador, ainda que não tenha muita afinidade com jogos de tiro em primeira pessoa (FPS).

Graficamente, CoD:BO2, se mostra bastante detalhado na maior parte do tempo, com texturas bem trabalhadas e alta taxa de polígonos nos objetos e personagens. Em dados momentos, o jogador chega a acreditar que as imagens são reais e não geradas por computador. Em outros momentos, por outro lado, as texturas se mostram tão borradas e estranhas, que o jogador chega a acreditar que as imagens não são de um console de última geração.

De toda sorte, com relação às versões para outros consoles, a edição para Wii U se mostra mais limpa, detalhada e bem acabada, lembrando muito a qualidade do game para PC.

É bem verdade que gráficos não são tudo e não definem o jogo como bom ou ruim, mas, para fins de imersão e para o estilo realista proposto pela Activision para a série, é muito bom ver gráficos com esse nível de detalhamento, ainda mais rodando em um console Nintendo.

Todas as animações são perceptivelmente realizadas pela própria engine do jogo -  não há CG pré-gravado aqui – e são de beleza ímpar.

Os cenários, por seu turno, são ricos e variados, dignos de contemplação, embora não haja muito tempo para passeios no jogo.

No que toca à trilha sonora, Seguindo a linha da série, desde os tempos da 2ª Guerra Mundial, a trilha é toda orquestrada e acompanha, com perfeição, a ambientação e os acontecimentos do momento de sua execução, deixando o clima do jogo na medida pretendida pela Treyarch, durante a ação frenética desenvolvida na tela.

Quanto ao enredo, CoD:BO2 segue com a história iniciada no Black Ops original, de modo que o jogador pode descobrir mais um pouco sobra a bastante agitada vida de Alex Mason.

A história se alterna entre o passado de Alex Mason, nos anos 1980 - no período da Guerra Fria – e seu presente (futuro para nós), no ano 2025 – no período de uma suposta Segunda Guerra Fria - no qual o personagem principal passa a ser o seu filho, David Mason, que procura resolver algumas questões pendentes com seu inimigo em comum: Raul Menendez.


Alex Mason, David Mason e Raul Menedez

A progressão da trama, com a alternância entre os períodos passado e presente, fica bastante interessante, já que, por serem apresentadas, em alguns momentos, fora de ordem ou sob a perspectiva de outros personagens (há momentos em que você controla o próprio “vilão”), a percepção do jogador quanto ao caráter dos protagonistas, antagonistas e personagens secundários vai igualmente se alternando, mantendo seu interesse pelo desenrolar da trama.

Além disso, os rumos da história, em grande medida, dependem do jogador, já que suas escolhas por matar ou prender determinados personagens, salvar ou não outros, ou, ainda, conforme seu desempenho nas missões (sucesso ou falha) ou ordem de sua realização alteram os rumos da história e o conduzem para finais diferentes.

Essa mecânica, além de potencializar sobremaneira o fator replay do jogo, ainda deixa o jogador mais atento quanto a suas escolhas, fazendo-o pensar um pouco antes de puxar o gatilho (o que é bastante incomum em FPS).

O único senão dessa fórmula, é que, às vezes, o jogador pode se perder um pouco no que está acontecendo, precisando recapitular os últimos acontecimento para saber onde está e para onde ir.

Claro que a história não é nenhum primor literário e é regado a clichês de toda ordem, sem contar que, por se tratar de um jogo de ação, o enredo coloca a família Mason como a mais azarada e sortuda – ao mesmo tempo – do universo, pois é impressionante como estão sempre envolvidos nos dramas mais profundos e frenéticos o tempo todo e sempre, sem exceção, conseguem escapar da encrenca no limite, no últimos segundo antes da morte certeira.

O tempo de duração da campanha, no modo normal, gira em torno de umas 8 a 9 horas, o que não é muito, mas, comparado a outros jogos do gênero, até que está de bom tamanho.

A mecânica do jogo, por sua vez, não traz nada de novo com relação aos capítulos anteriores da série, tampouco ao gênero FPS em si. Isso, todavia, não é algo ruim. Os comandos de jogos FPS são meio que padronizados e têm se mostrado bem elaborados, prescindindo de grandes modificações a cada novo jogo, mesmo nas situações mais variadas, como as vistas em CoD:BO2: atirando e/ou conduzindo um tanque, um jipe, um helicóptero ou até um cavalo.

Na versão do Wii U, os controles de CoD:BO2 são bastante responsivos e de configurações variadas, ao gosto do jogador. A opção principal é o uso do Wii U GamePad, pois oferece à mão todos os botões necessários, além de opções extras e mapas na tela do controle (especialmente no modo multiplayer).

Todavia, quem preferir uma jogatina mais tradicional, emprestada dos consoles da concorrência, pode fazer uso do Wii U Pro Controller ou até mesmo do Classic Controller do Wii, para a tarefa. Ainda, para quem aprendeu a jogar e gostar de FPS nos consoles, por causa do pointer e controles de movimentos do Wii, também pode ficar tranquilo, pois o jogo aceita a configuração Wiimote (não precisa do motion plus) + Nunchuk.

Não quer ou não pode jogar na TV? Não tem problema, a opção Off-TV também está disponível para usuários do GamePad e, surpreendentemente, para usuários do Wiimote. É possível apontar o controle do Wii para a tela do GamePad e jogar normalmente, pois há, ao lado da câmera, as mesmas luzes infravermelhas da Sensor Bar. Na mesma linha, o Pro Controller e o Classic Controller também funcionam no modo Off-TV.

Todavia, a melhor opção para jogar na telinha, é com os próprios controles do GamePad, já que a tela é bastante pequena e a visualização dos inimigos por ela fica difícil se não estiver próxima dos olhos do jogador.

Em paralelo ao modo "Campanha", tal qual os jogos mais recentes da série, estão disponíveis modos Multiplayer, local e também online.

Tanto num quanto noutro, é possível jogar com tela dividida ou em visão assimétrica, ficando um jogador com sua imagem na TV e o outro no GamePad (assim como no modo campanha, é possível usar o Wiimote no GamePad, mas, estranhamente, ao contrário do visto no modo principal, os movimentos não são reconhecidos pelos sinais infravermelhos do GamePad, mas da Sensor Bar que está na frente da TV).

Os modos multiplayer tradicionais, como “Death Match”, em times ou cada um por si, e “Catch the Flag”, estão lá, ao lado de modos novos, os quais são praticamente inacessíveis, tendo em vista a baixa procura dos jogadores.

Não é incomum ficar vários minutos esperando jogadores para os modos menos convencionais (o sonho da implementação do sistema “crossplataform” ainda não se concretizou para acabar com esse problema). Nos modos mais comuns, há, na maior parte do tempo, bastante gente para jogar (inclusive no modo Zombies).

Na verdade, com o tempo, percebe-se que não há tanta gente assim, pois, como o sistema privilegia conexões mais próximas, para evitar lag (embora isso não evite perdas de conexão e trocas constantes de servidor) , você acaba jogando, quase sempre, com as mesmas pessoas, mesmo que não façam parte de sua lista de amigos (são raros os momentos em que se consegue jogar com pessoas de países mais distantes dos vizinhos da América do Sul).

Por falar em lista de amigos, você pode convidar seus amigos (conhecidos no Miiverse ou no próprio jogo) para integrar partidas online ou você pode se convidar para partidas em que eles já estejam em ação.

De qualquer forma, a jogatina online é bastante divertida e, com o sistema de pontuação e a customização de armas e habilidades (que vão sendo destravadas conforme o jogar vai acumulando pontos e subindo nas patentes militares), o jogo não perde sua graça com facilidade.

Além disso, CoD:BO2 oferece a possibilidade de manter comunicação, por voz, com seus parceiros de time e até os inimigos (quando você ou eles são atingidos), o que permite criar verdadeiras comunidades e novos amigos.

Por fim, é importante destacar o modo Zumbi, que retorna a esta edição de CoD, maior, melhorado e com opções divertidas. Embora se possa jogar sozinho (no modo Survival), a melhor experiência é vislumbrada online, no modo Grief, consistente em levar o seu time à vitória contra o time adversário eliminando mais mortos-vivos, dentro do tempo estipulado (podendo até jogar pedaços de carne nos jogadores adversários, para que os zumbis sejam atraídos para o outro lado).


Há também o modo Tranzit que, embora meio confuso, é onde se tem maior amplitude de opções, armas, itens, uso de fontes de energia etc. A grande sacada desse modo, é a sensação de urgência que ele cria, pois o jogador precisa eliminar o maior número de zumbis possível e não perder o ônibus que o conduz para a próxima área.

Enfim, sim, CoD:BO2 é mais do mesmo, mas ainda assim é um FPS muito bom, com uma história envolvente, gráficos soberbos, controles precisos e modos multiplayer online bastante divertidos e variados, mostrando-se como uma excelente evolução para a série.


Fonte: Wii Brasil

Trailer:


Informações do Game:
Desenvolvedora: Treyarch
Distribuidora: Activision
Gênero: Ação / Tiro em 1ª Pessoa
Lançamento: 18.11.2012
Nota Gamespot: 9,3

Informações dArquivo
Idiomas: EN, FR
ID: AECP52
Região: EUR / PAL
Loadiine Ready: NÃO
USB Ready: SIM
Compatível com USB: SIM
Compatível com SDcard: NÃO
Tamanho: 18.98 GB
Firmware mínima: ??
PASSWORD / SENHA: 3dsounada

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